domingo, 22 de novembro de 2009

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Error 3 : Teorias de Moutinho


Quinta-feira, Oito e meia da manhã. Acordo a suar, cheio de dores de cabeça e super cansado. Já andava doente desde segunda-feira e no dia anterior havia ido aos Huc porque estava com uma otite. Medi a temperatura e deu 38.7. Fiquei estupefacto porque até então nunca apresentei uma temperatura tão elevada.

“O termómetro deve estar estragado”. Medi novamente e obtive uma temperatura de 38.5.

“Ah bom, assim está melhor”, pensei.

Ligo à minha mãe a contar o meu infortúnio e ela disse para me deslocar aos HUC. “Mas leva máscara. Não sei se tens algum tipo de virose. Pode ser gripe A ou não. Mas se não for, não quero que a apanhes por lá”

Tiro uma das máscaras que há cá por casa e dirige-me ao HUC. Não consegui estacionar no parque do hospital, como tal coloquei o carro no parque do pólo 3, mesmo ao lado do serviço de urgências. Todas as quintas tenho aula de fisiologia no referido pólo pelas 9 horas. Como tal, deu-se uma situação engraçada. Enquanto os meus colegas se dirigiam para o pólo, eu ida do pólo para o hospital, totalmente em sentido contrário, sem qualquer espécie de livro/caderno e supostamente com uma máscara, a pedido da minha mãe. Mas eu não ia passar por essa vergonha. O que se faz nestas situações? O normal. Agarra-se no telemóvel, finge-se que se está a mandar mensagens e não se cumprimenta ninguém. Estava com medo que alguém me chamasse ou dissesse algo do género ”Então, não vens à aula??”. Mas, com tanto azar que tive naquele dia, tive a sorte de ninguém o fazer. Também não sei se me cruzei com pessoas que conhecia ou não, porque, na verdade, estava a enviar mensagens!

Chego ao hospital, coloco a máscara e dirijo-me à zona de inscrição. No momento em coloco a máscara tudo mudou. Passei de um mero cidadão a um conhecido demónio. Demónio esse com uma máscara, ainda por cima! Mete muito mais medo! Mal começo a falar com a senhora das inscrições ela tem a gentileza de lavar logo as mãos e faz de imediato uma chamada. Eu disse o que sentia e fui logo encaminhado para a zona da gripe A. Esperei cerca de 20 minutos. Em todo o meu historial de idas ao hospital, deve ter sido a espera mais rápida que tive. O médico disse que não sabia porque é que me encontrava naquele serviço (infecciosas), por não ter critérios suficientes para corresponder à gripe A e encaminhou-me para a medicina interna. Continuei a usar a máscara, e fui rapidamente atendido. Fui para casa, mas sem saber o que realmente o mal que me afectava. Contudo fui medicado e, passado algumas complicações e nova ida ao hospital(desta vez sem máscara), melhorei.

Por isso a minha sugestão é a seguinte: sempre que se dirigirem ao hospital utilizem uma máscara! Serão logo atendidos.

Imaginem o seguinte. Partem o dedo mínimo do pé. Algo de irrelevante. Entram no hospital, já com uma máscara e fazem a inscrição. Dizem que partiram o tal dedo e a secretária que vos atende, boa médica que é, encaminha-vos para o serviço das infecciosas, isto porque vocês estão com uma máscara. Enquanto vocês se dirigem para tal serviço, a mulher das inscrições esfrega-se toda naquele húmido líquido proporcionando-lhe, até, algumas sensações impróprias ao local em questão, mas com intuito principal de se livrar do maldito vírus. 5 Minutos. Sim, a vossa ida só demora 5 minutos, vocês possuem algo demolidor, uma incrível máscara. Chegam lá, dizem que partiram o dedo do pé e o médico volta a repetir:

“Sinceramente não sei porque você se encontra aqui. O senhor, na verdade, deve ir para o serviço de ortopedia”

O Médico chama um auxiliar de acção médica e este, então, encaminha-vos para o serviço de ortopedia. Como vocês ainda se encontram com uma máscara, ele leva-vos, decerto, num ápice. E como as pessoas que se encontram na sala de espera estão cheias de medo de vocês, querem lá saber daquilo que partiram e partem para outra, saindo rapidamente daquela sala. O ortopedista chega a sala, encontra-vos lá, sozinhos e abandonados, num canto da sala, com uma máscara verde azulada, e pergunta:

“Sr. Anacleto Fonseca?”
“Não, não. João. João Silva”
“Você é o último da lista, não sei das outras pessoas”
“Nem eu!”
“Venha daí então, lagarto”

E em 30 minutos garanto-vos que estão fora do hospital, a rirem-se de meio mundo atormentado com o uso de uma máscara, mas com uma porcaria de um dedo partido!

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Momento Histórico no VPS


Alguns sabiam do meu projecto a para o VaiPaSelva. Não foi anunciado mais cedo publicamente porque só o queria fazer quando já estivesse concluído. E, finalmente, acabei hoje o primeiro livro do VaiPaSelva.

O livro chama-se "Sonhos Perdidos" e será publicado aqui no VaiPaSelva em 11 capítulos. Não sei até que ponto os visitantes acharão piada a este livro na medida em que ele é feito a pensar num grupo de amigos que vai tentando manter este blog vivo... mas também a pensar nos leitores exteriores.

Passo a explicar: a história tem um duplo sentido. Para os que a lêem sem saber nada da minha vida ou da vida dos meus amigos, tem um significado. Para aqueles que me conhecem e que fazem parte da minha vida podem crer que se encontrarão ali naquela história. Seja numa personagem, seja numa fala, seja num pequeno traço da personalidade de uma personagem. Todos - TODOS - os que fizeram parte da equipa que agora faz (ou que apenas comenta) o VPS estão presentes neste livro. Podem não ser visíveis em todos os capítulos, mas podem ter a certeza que há algo de cada um de vós nesta história.

Era isto que queria anunciar: o nascer de uma história de duplo sentido para a qual eu peço a atenção essencialmente para o significado menos visível da mesma. Ah, mais uma coisa... não se esqueçam que a história tem 11 capítulos. Inicialmente não será muito interessante mas no final... também não! ;)

O primeiro capítulo do livro será publicado na próxima Segunda-Feira dia 23, sendo que a frequência dos episódios será anunciada depois da reacção do público ao primeiro capítulo. Fiquem atentos ;)

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

E o burro era o Queiroz?

Hoje vi um jogo incrível. Jogámos com uma selecção composta pelo seguinte onze:
Eduardo; Paulo Ferreira, Duda, R. Carvalho e B. Alves; Pepe, Meireles, Tiago; Simão, Nani, Liedson.

Ora quem perceba minimamente de futebol vê logo que há um trabalho fantástico do nosso grande e adorado Seleccionador, o senhor Carlos Queiroz. Há claramente dois pontos essenciais que demonstram a genialidade do nosso bem-amado Seleccionador: Paulo Ferreira e Duda. O jogo encarregou-se de o provar. E se o Paulo Ferreira, dentro da sua genialidade só fez um grande jogo, do outro lado o Duda esteve ao seu nível: E-X-T-R-A-O-R-D-I-N-Á-R-I-O!

Analisemos, então, os jogadores um a um:
Eduardo - Genial. De notar o brilhantismo de um Seleccionador que sabe escolher o melhor guarda redes em todos os aspectos.

Paulo Ferreira - Não há adjectivos para qualificar a exibição de este monstro sagrado do futebol português. Provou-se ao longo da qualificação que vale bem os 20M que custou ao Chelsea.

Duda - Muitos criticaram Queiroz pela aposta em Duda. Hoje, porém, Duda provou que eu, tal como o adorado Seleccionador, tinhamos razão ao defender a sua utilização na lateral esquerda.

Carvalho, Bruno Alves e Pepe - Cumpriram.

Tiago - Provou por que não pode ser aposta para o lugar de Meireles...

Meireles - FABULOSO, MARAVILHOSO, ESPANTOSO, COMOVENTE, ESPECTACULAR, EMOCIONANTE, GRANDIOSO jogo deste jogador que sempre defendi como sendo a melhor aposta do nosso bem-amado Seleccionador. Ele que foi criticado por tantos aziados que defendiam que deveria ser afastado da Selecção mostrou hoje o que vale. Foi grande a minha felicidade ao ver o jogador que tanto defendi a selar a qualificação para o Mundial...

Simão - Boa aposta. Sempre em grande velocidade. Ao nível do que demonstrou durante anos no Benfica...

Nani - o elo mais fraco. Esteve em todas as boas oportunidades portuguesas e foi, por isso, bem substituido.

Liedson - a mostrar que é português desde pequenino, lutou e fez jogar a nossa Selecção.

E agora, se me permitem, a esses Mau-r-à-donas, Kapitãos, Gordos e Feios e Argolinhas:
"Que la chupen, que la siguen chupando. Usteds que me trataran como me trataran: QUE LA SIGUEN MAMANDO!"

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Carvalhal, o sporting e o Presidente


Hoje trago-vos mais um post sobre futebol. Eu sei, isto tem-se tornado muito repetitivo, mas não consegui resistir. Mais do que futebol, este post revela uma análise ao universo de dois clubes portugueses: o sporting e o Benfica.

Muitos têm sido os sportinguistas que se têm queixado de não ter motivos para sorrir. Que o Presidente está a brincar com o sporting e que mais valia o Paulo Bento "forever" que o Carvalhal meia época [agora digo eu, que se o Carvalhal por acaso tem a sorte de ganhar ao Benfica eles mudam logo todos de ideias e dizem logo que "o Carvalhal sair pela porta pequena? Never!"].

Eu estou aqui para vos mostrar o contrário: o Presidente do Sporting dá, de facto, motivos para sorrir. Querem uma prova?

Então até vos deixo aqui não uma mas sim DUAS provas do grande papel do Presidente nos sorrisos dos sportinguistas:





Mas calma... eu disse que ia falar no Benfica, não disse? Então aqui vos deixo o vídeo de uma quase-morte-por-falta-de-ar na altura do golo do Javi Garcia contra a Naval. É mesmo o clube do povo, este Benfica:


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